segunda-feira, 6 de junho de 2016

À roda dos livros - Corre, corre cabacinha

As turmas de 1º Ano leram na sala de aula a história de Alice Vieira "Corre, corre cabacinha".
Mais tarde, vieram à biblioteca e ouviram uma outra história do mesmo conto de Adolfo Coelho e assistiram ao teatro para crianças da peça adaptada por Lígia Frazão.

Estiveram atentos para conseguirem perceber diferenças entre as histórias de Alice Viera e Adolfo Coelho  e a peça de teatro intitulada "A cabacinha e o lobo!.

 E não é que encontraram mesmo várias diferenças...


quinta-feira, 21 de abril de 2016

Dia Mundial do Livro



A 23 de abril celebra-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor.


A data tem como objetivo reconhecer a importância e a utilidade dos livros, assim como incentivar hábitos de leitura na população.


Origem da data

A UNESCO instituiu em 1995 o Dia Mundial do Livro. A data foi escolhida por ser um dia importante para a literatura mundial - foi a 23 de abril de 1616 que faleceu Miguel de Cervantes e a 23 de abril de 1899 que nasceu Vladimir Nabokov. O dia 23 de abril é também recordado como o dia em que nasceu e morreu o famoso escritor inglês William Shakespeare.

A data serve ainda para chamar a atenção para a importância do livro como bem cultural, essencial para o desenvolvimento da literária e desenvolvimento económico.




quinta-feira, 14 de abril de 2016

Um dia com...NUNO CARAVELA

No dia 13 de abril, o escritor e ilustrador Nuno Caravela esteve com todas as turmas da escola e a melhor palavra para classificar este encontro é: Fantástico!!
Com  muito entusiasmo as nossas crianças identificaram e descreveram as personagens principais dos livros da coleção "O Bando das Cavernas". No final, rodearam o escritor para conseguirem um autógrafo nos seus livros deste bando pré-histórico mas moderno que faz as suas delícias de leitura.



Aqui deixo o filme deste encontro com Nuno Caravela e o seu bando das cavernas:



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Iniciativa “E se fosse eu? Fazer a mochila e partir”
 6 de abril de 2016

A Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), em colaboração com a Direção-Geral da Educação (DGE), o Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM, I.P.) e o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) encontram-se a preparar o lançamento de “E se fosse eu? Fazer a mochila e PARTIR ”, uma iniciativa de sensibilização das crianças e dos jovens para as dificuldades pelas quais os refugiados passam para fugir da guerra, procurando proteção humanitária.

 A ação decorrerá no próximo dia 6 de abril, ao primeiro tempo da manhã em todo o país, em todas as escolas, através de uma sessão no decurso da qual será exibido um vídeo, mostrando o pouco que os refugiados transportam consigo. Neste dia, cada aluno será desafiado a LEVAR a sua mochila com os bens que transportaria se estivesse no lugar de um refugiado (através de imagens ou, se possível, em formato físico), devendo depois partilhar a razão das suas escolhas.

 Esta atividade tem por objetivo sensibilizar as crianças e os jovens para a realidade dos refugiados, promovendo assim o compromisso bem acolher quem procura proteção humanitária e concretizando os princípios de uma sociedade democrática e inclusiva.


 Vídeo que poderá ser exibido:
 

sábado, 19 de março de 2016

Correntes de contos

Neste último dia da Semana da Leitura, a comunidade educativa participa numa corrente de leitura, cujo objetivo é promover a leitura e a reflexão. Durante a manhã e a tarde funcionários, professores e alunos cruzam-se nos corredores, entram nas salas de aula e leem um conto.
 
Esses contos levam à reflexão sobre a diferença entre as pessoas, os povos, as diferentes culturas e tradições, a globalização.
 
 

quinta-feira, 17 de março de 2016

Elos lusófonos: uma viagem cultural

No dia 17 de março 2016, tínhamos planeado a vinda de pais/encarregados de educação que nos iriam conduzir numa viagem por países lusófonos como Portugal, Brasil e Angola.



 
 Contudo, apenas uma das mães pode comparecer. E, assim, a turma do 3º D ouviu a história de uma personagem lendário do folclore brasileiro, que tem a sua origem presumida entre os indígenas da Região das Missões, no Sul do país, de onde teria se espalhado por todo o território brasileiro.
A figura do saci surge como um ser maléfico, como brincalhão ou como gracioso, conforme as versões comuns ao sul.
Na Região Norte do Brasil, a mitologia africana transformou-o num negrinho que perdeu uma perna lutando capoeira, imagem que prevalece nos dias de hoje.

Eis o vídeo de momentos da atividade:

 

Deixo o vídeo da história desta personagem do folclore brasileiro: